Econômico ou mão de vaca?


A expressão “sou econômico”, não é um eufemismo, como as pessoas pensam, existe sim, muita diferença, entre o mão de vaca e o econômico e a diferença está nos detalhes.

A palavra chave para se diferenciar um do outro, chama-se bom senso que também pode ser vista sob uma ótima do custo e beneficio. É no dia a dia, nas pequenas ações que você percebe que a pessoa não tem controle sobre as suas finanças e acaba metendo-se em uma divida atrás da outra e sempre termina sem um tostão no bolso e acha isso super normal. A maioria da população, realmente “se vira nos 30” e segundo alguns, precisa fazer milagres para terminar o mês sem nenhuma dívida. A questão não é o quanto se ganha, e sim como se gasta, pois ganhando um salário eu nunca fiquei sem dinheiro no final do mês e mesmo assim tinha tudo que queria, mas tenho amigos que ganham valores bem maiores, mas sempre terminam o mês no vermelho. Por será?

O econômico não se priva dos prazeres da vida, só para guardar dinheiro, ele analisa bem as situações antes de gastar para saber se aquele dinheiro está sendo investido em algo que vai realmente lhe trazer algum benefício. A pessoa mais econômica está livre da corrida desenfreada pelo consumismo e o modismo, utilizando o seu dinheiro de forma mais inteligente.

Uma dica de livro muito bom que serve para abrir a sua visão sobre negócios e financias é o clássico  “pai rico, pai pobre” do Robert Kiyosaki, e não pára por aí, ele escreveu muitos outros livros sobre assuntos similares, como o Independência Financeira,  o Guia do Pai Rico de 2001, o Guia de Investimentos, de 2002, entre outros. É na primeira obra citada que ele fala dos conceitos de ativos, onde temos que conseguir “ativos”, ou geradores de renda para que possamos fugir da corrida dos ratos, outro termo que ele definiu para caracterizar a situação em que se encontra a grande maioria da população que é sempre gastar mais do que podem e não conseguirem sair da situação financeira em que se encontram.

Um erro que muitas pessoas cometem é aumentar o padrão de vida, assim que ganham um aumento salarial. Isso está dentro da caraterização de corrida dos ratos que citei anteriormente, não adianta o quanto essa pessoa ganha, ela sempre vai gastar mais do que pode.

Analise os seus gastos diários, veja se o que você gasta por dia é realmente necessário, se indague sobre o termo “necessidade”, hoje em dia acessar o Facebook, pode ser considerado uma necessidade, mas e quando a internet não era tão popular?

O meu primo, sai de carro para qualquer coisa, até para comprar pão na padaria, a 5 quadras da casa dele! Até aí tudo bem, mas é engraçado depois, quando ele reclama que não poderá ir para um grande show ou que está com a faculdade atrasada, pois ainda não tem o dinheiro e depois se pergunta com o que gasta tanto?!

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Author: naldoescritor

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