Como escolher um cachorro para sua casa

[ad#admin]

Quando decidimos mudar um pouco a forma como nos relacionamos com a vida, é bastante comum que desejemos comprar um animal de estimação. Nessas horas sempre ficamos na dúvida sobre qual cachorro comprar, quais os critérios a serem observados no ato da compra e, principalmente, como ficará nossa vida depois da chegada do bichinho.

É bom saber que ele não é um simples passatempo que você leva para casa, não é um mero brinquedo com o qual as crianças podem divertir-se à vontade. Também não é um guarda feito especialmente para sua residência, nem um companheiro amadurecido, ansioso de ler em seus olhos e cumprir os seus desejos.

Se insisto na melhor compreensão possível entre dono e cão, se procuro esclarecer o comportamento dele, especialmente em casos estranhos e reprováveis, e desaconselho castigos dolorosos, não quero endossar com isso tudo o que nosso amigo faz. Ao contrário. Desde o primeiro dia de vida com você o cachorro deve saber que existe um senhor cujas ordens devem ser respeitadas. Firmeza, porém controlada, é uma necessidade para que ele não submeta o dono da casa às suas próprias vontades.

Ao passar um dia pela rua Bento Freitas, uma menina de aproximadamente 4 anos correu subitamente de perto da mãe, que estava conversando com uma vizinha, para o meio da rua, à frente do meu carro. Felizmente os freios funcionaram tão rapidamente que nada aconteceu. A mãe, interrompendo a sua narrativa interessantíssima, pegou a menina e nela bateu violentamente. Quer dizer, castigou a criança apesar de ela mesma ter sido descuidada.

Comparando este método de educação com o que se usa no mundo canino, você verá que casos similares acontecem muitas vezes: castiga-se o cão por um ato que poderia ter sido evitado com uma atenção maior.
Punições somente convêm quando um cachorro falha por preguiça, obstinação, repugnância ou insubordinação. Porém, castigar não quer dizer espancar. Isto não é só um sinal de certo sadismo para com uma criatura muito mais fraca, mas ao mesmo tempo um absurdo, porque pancadas nunca levam aos fins desejáveis e podem até viciar o cachorro. Devemos repreendê-lo com energia e austeridade, mas sem vara ou pau — instrumentos indignos de nós.

Se você resolve castigar seu cão porque ele o merece, domine-se: na grande maioria dos casos é suficiente uma única batida com um rolo de jornal; nunca bata com a mão ou com a guia. Um cão deve ser castigado caso faça uma coisa que, pelas lições que aprendeu, já sabe que não pode fazer; jamais, porém, devemos puni-lo visando à educação. Existem meios de correção muito mais eficientes do que a humilhação do animal, cuja sensibilidade sem dúvida supera a do homem.

Dessa forma, a relação entre você e seu cachorro tende a melhorar a cada dia.

[ad#admin]

Author: rogerio

Share This Post On

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*