Do voto obrigatório

[ad#admin] Relembrando uma conversa de mais de uma década, entre progressistas inspirados por ideais, discutindo o Brasil em várias perspectivas, chegara-se ao tema eleições – voto facultativo. Para surpresa minha, não foram poucos os que defenderam a manutenção obrigatoriedade, considerando, naquela conjuntura, a necessidade de continuidade ascensional de alguns partidos. Vi-me em um dilema, este que me acompanha pela vida:...

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Coerência ao votar

[ad#admin] É muito comum que eleitores façam saladas de frutas em suas escolhas para Presidenta(e), Governador(a), Senador(a), Deputadas(os) Federal e Estadual. Siglas diferentes, coligações discrepantes e, não poucas vezes, antagonistas num dado momento político-eleitoral. Às vezes, trata-se de estratégia do(a) eleitor(a) que concilia por suas múltiplas afinidades. Tem seu ideário; simpatia por algum partido; admiração por um(a)...

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Dilemas do Brasil rural

[ad#admin] Parei em um posto de gasolina para o que parecia ser e realmente tornou-se a última lavagem da S10, companheira urbana e viageira por 16 anos. Chegou-me ainda em sua pureza de fábrica e assim a ela, devotadamente, refiro-me porque, em todos esses anos, jamais me colocou em um apuro incontornável. Enquanto, com o coração apertado, rendia-lhe aquela derradeira homenagem; afligia-me um pouco, não pelo bem em si, pelas...

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Matuto Urbano Soteropolitano

[ad#admin] Pousei no Aeroporto Internacional JK. Se não ouso pronunciar o nome, muito menos escrevê-lo; pois é um intrincado disgramado de letrinhas! Quase duas horinhas de voo. Optei pela TAM, viajando no horário de meio-dia, para não morrer de fome na GOL: desembarquei faminto. Intuo que estou desatualizado. Lá, presenteei-me com um upgrade e aluguei um up nas Unidas. Àquela altura, estômago e intestino unidos protestavam. Então,...

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Tanta foto e não falar delas – as máquinas – e deles – os fabricantes: injustiça!

[ad#admin] Não farei propaganda – promessa. Yashica FX – 3 super 2000 e lente 50 mm. Nunca foi minha. Pai a comprou em “una tienda Paceña” (La Paz – Bolívia). Naqueles tempos, eu a pegava emprestado. Pai dizia: compre a tua máquina. Mas…, ele sempre liberava! Paizão de Aço. Eu não tinha alternativa: colecionava zeros no bolso. Havia uma Rollei 35, mas não era uma opção. Tão ou mais complicada que aquelas moças tidas complexas....

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