A vida do absurdo

Este sonho, este mar por onde flutua a porta de quem sou, força infinita que me dita os dias e me leva com eles. Estas ondas onde não páro de banhar-me para continuar a ser alguém, este possível como fim inesgotável, onde vou colecionando mundos que vou descobrindo com a ajuda de tudo. Sou uma singular confirmação do ser, um pedaço antes ausente e agora necessário. Uma voz que posso ouvir em mim de todas as maneiras possíveis. Sem contar, quando volto a acordar sou só alguém que se deixa agarrar e não tem voz para reclamar porque sou tão-somente o que vai ser cenário final do meu mundo, sou a minha morte.


Quer receber os novos artigos por email? Então insira o seu endereço abaixo:

Deixe o seu Comentario

SEO Powered By SEOPressor